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LUTA SILENCIOSA, MAS SANGRENTA

Por Redação@jornalovale |
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Depois de "Prometheus" (2012), fãs da franquia "Alien" estão espertos. Afinal, seu trailer trazia uma expectativa não correspondida pelo filme. Nesta quinta-feira, chega aos cinemas da região "Alien: Covenant" e, quem quiser dar uma nova chance a trama, pode se surpreender positivamente.  

Se o primeiro era um longa sobre a obsessão do homem em encontrar o Criador, o novo filme trata do desejo do homem em se tornar Deus.

Na trama, a nave colonizadora Convenant tem um objetivo: chegar ao planeta Origae-6, distante da Terra. No entanto, um acidente cósmico faz com que Walter, androide a bordo, tenha de despertar os 17 tripulantes da missão, que estavam em estado criogênico. 

Após um acidente que danifica a nave, Oram (Billy Crudup) assume o posto de capitão e logo a tripulação descobre que nas proximidades há um planeja desconhecido mas em condições de abrigar a vida humana. O local se mostra um alento e a equipe cogita, inclusive, abandonar a missão para permanecer no novo espaço. Mas, ao desembarcar, eles descobrem que o planeta não é desabitado... Aliás, abriga seres... Mortais!

MEMÓRIA.

Ridley Scott dirige o filme, o que, segundo a crítica, significa, no mínimo, um "arroz com feijão" bem feito nesse mix de ficção e terror. Isso, claro, pode decepcionar os fãs da série, mas garante diversão de quem acompanha a franquia de forma despreocupada.

Aguarde ainda uma dose de nostalgia. Determinadas cenas foram criadas no intuito de honrar o primeiro filme, também de Scott, lançado em 1979. O clima de mistério é cautelosamente construído e promete aguçar a imaginação do espectador. 

Certamente será preciso mais um longa para concluir a série. Mas "Covenant" não parece ser um capítulo de ser jogado fora..

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