O fim do socorro da União aos municípios durante a pandemia será um desafio para os prefeitos eleitos em seu primeiro ano de mandato. Levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV) feito a pedido do GLOBO mostra que as capitais receberam neste ano mais do que precisavam para compensar a perda de arrecadação.
Os repasses asseguraram alta de 6% das receitas dessas cidades. Com o fim da ajuda extra em 2021 e o risco de uma segunda onda de Covid, que pode levar a novas restrições do comércio e da indústria, os novos prefeitos terão de adotar medidas para estimular especialmente os serviços, maior fonte de arrecadação municipal.