A Embraer negou, em nota oficial, que a empresa já tenha fechado negócio com a Boeing, mas confirmou que as tratativas com a empresa norte-americana, podem envolver a criação de novas sociedades.
"Destaca-se que a Embraer não aceitou e tampouco recebeu proposta da Boeing Co., uma vez que as partes envolvidas ainda estão analisando possibilidades de viabilização de uma combinação de seus negócios, que poderão incluir a criação de outras sociedades".
Segundo a empresa brasileira, sediada em São José dos Campos, as tratativas para uma possível combinação de negócios contam com a participação do governo brasileiro.
"Quando e se definida a estrutura para combinação de negócios, sua eventual implementação estará sujeita à aprovação não somente do Governo Brasileiro, mas também dos órgãos reguladores nacionais e internacionais e dos órgãos societários das duas companhias", informou a empresa.
PARCERIA
De acordo com informação do jornal O Globo, a Embraer e Boeing chegaram a um acordo para a proposta de parceria e criarão uma terceira empresa.
O veículo informou que esse novo braço fruto da parceria ficará responsável pela operação comercial, e a parte militar ficará de fora, continuando sob comando exclusivo do governo brasileiro. A notícia foi publicada pela repórter Mirian Leitão.
Minutos após a publicação da notícia pelo O Globo, as ações da Embraer subiram na bolsa: às 11h, a alta era de 4,90%, a R$ 21,39 -- de acordo com a revista especializada InfoMoney.