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GCM vai apurar ação de guarda no confronto em bar do Urbanova

Por Julia Carvalho |
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Uma jovem tentou entrar no local e foi impedida por um GCM, os dois se agrediram fisicamente e o policial aplicou spray de pimenta.r
Uma jovem tentou entrar no local e foi impedida por um GCM, os dois se agrediram fisicamente e o policial aplicou spray de pimenta.r

Após o confronto com cerca de 20 guardas municipais e policiais militares em um bar em frente à Univap, no Urbanova, região oeste de São José, a GCM (Guarda Civil Municipal) vai apurar a ação de um agente contra uma cliente do estabelecimento. 

Segundo os próprios guardas que estavam no local, o estabelecimento não possuía alvará para funcionar depois das 22h e por isso, às 23h, a equipe realizou a ação de fechamento do bar.

Na ação, os estudantes afirmaram que guardas agiram com violência contra os clientes que estavam no local, retirando as pessoas que estavam nos banheiros e expulsando todos. Um rapaz de 20 anos foi agredido.

Alguns estudantes relataram que sofreram ameaças e tiveram seus celulares tomados pelos guardas.

Uma jovem tentou entrar no local e foi impedida por um GCM, os dois se agrediram fisicamente e o policial aplicou spray de pimenta.

Por nota, a Secretaria de Apoio ao Cidadão informou que recebeu uma denúncia de perturbação do sossego público. No local cerca de 1.500 pessoas, por isso foi solicitada a ação em conjunto com a Polícia Militar.

A pasta ainda alega que colheu a informação que o servidor público recebeu um tapa no rosto e utilizou spray de gás pimenta para afastar a agressora. "Foi instaurado procedimento administrativo para apurar a ação do agente", diz a nota.

Também por nota, a PM alegou que houve solicitação para que as pessoas desocupassem o ambiente, o que foi prontamente atendido pela maioria, contudo, alguns clientes se recusaram a sair, sendo necessária a intervenção da equipe, que reafirmou a necessidade do cumprimento da lei e consequente fechamento do bar, havendo então a saída pacífica de todas as pessoas "o que, com certeza, não agradou uma minoria insistente em não obedecer os preceitos legais", conta.

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