Política

Casos põem em xeque a cúpula da Segurança de Taubaté

Por Da redação@jornalovale |
| Tempo de leitura: 1 min
Licença para agredir. Ação dos servidores foi registrada em vídeo
Licença para agredir. Ação dos servidores foi registrada em vídeo

Dois casos recentes, ocorridos em um intervalo de um mês e meio, colocaram em xeque a cúpula da secretaria de Segurança Pública do governo Ortiz Junior (PSDB), desgastando a imagem do tucano. Nesses episódios, três funcionários do alto escalão da pasta se envolveram em casos públicos que envolvem agressão, porte de drogas e até a condução sob efeito de álcool de um veículo oficial.

Tanto dentro quanto fora da prefeitura, a crítica é de que os servidores não receberam punições condizentes com os atos praticados. O primeiro deles, no dia 23 de dezembro, envolveu Rildo Antonio Paiva Antunes, até então diretor de Defesa do Cidadão. Embriagado e com uma porção de maconha, ele bateu um carro oficial.

Antunes chegou a ficar preso um dia. Acabou exonerado do cargo de diretor e retornou ao posto original, de guarda municipal, do qual é servidor de carreira. Está afastado de suas funções enquanto espera a conclusão de uma sindicância interna. Mesmo assim, recebe o salário, que é bem maior do que o de um guarda comum, já que incorporou vencimentos da função anterior: recebeu R$ 15.352,78 em janeiro.

O outro caso ocorreu nessa terça-feira e envolveu Jarbas Nogueira Martins, gerente de área da secretaria, e Vinicius Libanori Summa, que ocupa função de chefia na mesma pasta. Mesmo sem ordem judicial, a dupla coordenou a desocupação de um imóvel no conjunto habitacional Sérgio Lucchiari, no Barreiro. Durante a ação, os dois agrediram um casal que morava no apartamento. Embora o fato tenha sido registrado em vídeo, a dupla seguirá trabalhando normalmente enquanto tem sua conduta avaliada.

O jornal questionou como o governo Ortiz avalia os fatos envolvendo a cúpula da Segurança. Não houve resposta..

Comentários

Comentários