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Polícia ouve as primeiras pessoas ligadas à Marielle

Por Nielmar de Oliveira Agência Brasil |
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Investigação. Marielle Franco (PSOL) foi morta no último dia 14
Investigação. Marielle Franco (PSOL) foi morta no último dia 14

A DH-Capital (Delegacia de Homídios da Capital), do Rio de Janeiro, ouviu nesta terça-feira (20) os primeiros depoimentos de pessoas ligadas à vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada a tiros na cidade, com o motorista de Uber Anderson Gomes, que dirigia o carro, na noite do último dia 14, quando voltava para casa, no Bairro da Tijuca, após participar de um evento pelos direitos da mulher na Lapa, horas antes.

Prestaram depoimento a companheira de Marielle, Mônica Tereza, e uma assessora da vereadora, cujo nome não foi revelado.

As duas chegaram à Delegacia de Homicídios acompanhas do deputado estadual Marcelo Freixo, também do PSOL.

O deputado, com quem Marielle trabalhou na Comissão de Direitos Humanos da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), disse, em conversa com jornalistas, que estava na delegacia na condição de acompanhante dos depoentes.

"Eu estou aqui para acompanhar os depoimentos de pessoas da equipe. Todos serão ouvindo e estou ajudando nesse processo. A nossa ansiedade é muito grande e a nossa angústia maior ainda. Esse foi um crime contra a democracia, não temos a menor dúvida disso, e o caso tem que ser esclarecido", afirmou o deputado, em conversa com os jornalistas na delegacia.

MAIS GENTE.

Freixo disse que nos próximos dias toda a equipe vai depor, alguns amigos também, e quem mais a polícia achar necessário..

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