Inovação

'Brasil do Futuro' discute o ecossistema de inovação no Vale do Paraíba

Por Xandu Alves |
| Tempo de leitura: 4 min
Parque Tecnológico
Parque Tecnológico

O projeto ‘O Brasil do Futuro’, principal conteúdo editorial de OVALE em 2021, conclui nesta edição especial do Documento OVALE a terceira de quatro etapas previstas.

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Três temas foram abordados até agora: vacinação, a Rodovia dos Tamoios e o Vale do Silício Brasileiro, todos eles esmiuçados em cadernos especiais, podcast, webinários e vídeos.

Agora, o jornal prepara o quarto e último capítulo que vai debater a democracia. Os materiais serão publicados no final deste ano.

O mais recente webinário ‘O Vale do Silício Brasileiro’ abordou a vocação da Região Metropolitana do Vale do Paraíba para tornar-se a capital brasileira de inovação e tecnologia. O projeto contou com apoio do Parque Tecnológico São José dos Campos e do Instituto Alpha Lumen.

“É fundamental o jornal abrir esse espaço para debater esses temas, como o ecossistema de inovação. Isso faz toda a diferença para quem trabalha diretamente nessa área. O jornal presta um serviço importantíssimo para todo o ambiente de inovação do Vale do Paraíba”, disse Marcelo Nunes, diretor do Parque Tecnológico São José dos Campos.

DEBATES

Maior veículo de comunicação da região e líder nas plataformas impressas e digitais, OVALE fez de ‘O Brasil do Futuro’ um palco para o debate plural e livre, maneira mais consistente e duradoura de se encontrar soluções para os desafios nacionais.

Principal bastião do enfrentamento às fake news na região, com um jornalismo livre, independente, crítico, plural e apartidário, OVALE é também palco do livre debate de ideias, maior caixa de ressonância do que é notícia na região.

Não à toa, OVALE foi um dos três veículos selecionados pelo Google para um documentário sobre jornalismo na pandemia. O filme, produzido pela Conspiração Filmes, estreia nas próximas semanas.

OPINIÃO

Os webinários do projeto contaram com convidados ilustres, como especialistas, gestores e empreendedores com atuação nacional, como os líderes de startups da região que estão no topo da cadeia produtiva de inovação no país.

Para debater o tema ‘Vale do Silício Brasileiro’, OVALE organizou debates com a secretária de Desenvolvimento Econômico de São Paulo, Patrícia Ellen, e o secretário de Habitação, Flávio Amary.

Também conversou com Marcelo Nunes, diretor do Parque Tecnológico São José dos Campos, e com Alessandro Valério, coordenador do Nexus do Pqtec.

Outro debatedor sobre o ecossistema de inovação da região foi o professor João Batista do Prado Junior, diretor do Parque Tecnológico da Univap (Universidade do Vale do Paraíba).

Em outro dia do webinário, o jornal reuniu para um mesmo debate os secretários de Desenvolvimento Econômico Alberto Mano Marques (São José dos Campos) e Carlos Amagai (Jacareí), além de Ricardo Vilhena, diretor de Turismo de Taubaté, e David Morrell, sócio da consultoria PwC Brasil.

No último dia, o tema da conversa online foram as startups, com quatro representantes de empresas da região: Marcelo Lima, diretor de Marketing da Quero Educação; Caio Rigoldi, CEO da mLabs; Vágner Sobrinho, CCO e cofundador da Wibbo; e Flávia Quintanilha, diretora executiva da Nick.

“São José e a região têm capacidade para se tornar o ‘Vale do Silício Brasileiro’. A gente tem um terreno muito fértil aqui. É fantástico olhar o que essa cidade proporciona. Já é uma realidade”, disse Sobrinho.

Flávia Quintanilha disse que a região tem “potencial gigantesco” de ser o ‘Vale do Silício Brasileiro’ e destacou a importância de debater esse assunto. “A gente já tem ITA, Embraer, enfim, não está nascendo hoje. O outro aspecto entra na localização estratégica. É fundamental mostrar isso tudo que temos para o mundo. OVALE cumpre muito bem essa missão”.

STARTUPS

Em seu debate, Patrícia Ellen disse acreditar que a região tem potencial de criar startups de referência mundial, movimento que já começou com empresas inovadores que surgiram no Vale e estão ganhando reconhecimento dentro e fora do país.

“O Parque Tecnológico é muito inovador. Tem coisas que não dá para falar, tem que ver. Vejo um diferencial que é a parceria com a prefeitura e com o governo do estado. Para ter estabilidade, vida longa, é preciso ter capacidade de oxigenação”, afirmou.

“É importante ter universidades residentes, empresas residentes e também uma infraestrutura boa para que essa vida no Parque seja perene. É um parque muito sólido e hoje conta com mais de 300 empresas, trazendo mais investimentos em tecnologia para a região, o estado e o Brasil”, disse Patrícia Ellen.

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