Previdência

Presidente do IPMT cobra revisão no plano de aportes patronais ao instituto

Por Da Redação |
| Tempo de leitura: 1 min
Fachada do IPMT (Instituto de Previdência do Município de Taubaté)
Fachada do IPMT (Instituto de Previdência do Município de Taubaté)

Em audiência pública realizada pela Câmara de Taubaté nessa quarta-feira (4), o presidente do IPMT (Instituto de Previdência do Município de Taubaté), Anderson Carlos Barbosa, defendeu a revisão do plano de aportes patronais ao instituto.

Esses aportes são valores adicionais que os quatro entes – Prefeitura, Câmara, Unitau (Universidade de Taubaté) e o próprio IPMT – repassam por mês para equilibrar as finanças do instituto.

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Em 2014, no governo Ortiz Junior (PSDB), houve uma revisão dos aportes, dentro do que esperava o IPMT. Em 2017 e 2019, no entanto, a pedido do tucano, a Câmara aprovou duas alterações no plano, reduzindo drasticamente os valores que o instituto teria a receber nas próximas três décadas.

Isso gerou um desequilíbrio nas contas do IPMT, que segundo projeções teria um déficit de R$ 810 milhões nos próximos 35 anos – caso o plano não seja revisto.

VALORES
Para exemplificar a necessidade de revisão do plano, Barbosa disse que, pela lei aprovada em 2014, o IPMT receberia R$ 96 milhões em aportes em 2021. No entanto, com as mudanças feitas em 2017 e 2019, esse valor ficou em R$ 19 milhões.

O mesmo ocorre em 2022: o instituto deveria contar com R$ 136 milhões em aportes, mas terá apenas R$ 21 milhões devido às alterações aprovadas pela Câmara em 2017 e 2019 a pedido de Ortiz.

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