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Acordo: presidente do PSL apagará post e ação movida por Amélia será extinta

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Postagem feita por Anderson Senna no Facebook tem informações falsas, diz Justiça
Postagem feita por Anderson Senna no Facebook tem informações falsas, diz Justiça

Após acordo entre as partes, deve ser extinto o processo em que a Justiça havia determinado que o presidente do PSL de São José dos Campos, Anderson Senna, fizesse uma retratação sobre uma postagem feita por ele no Facebook, que atribuiu informações falsas a um projeto da vereadora Amélia Naomi (PT).

Protocolada na quarta-feira (20), a proposta de acordo é assinada por Amélia e Senna e será analisada pelo juiz Marcos Pagan, da 2ª Vara do Juizado Especial Cível.

Pelo acordo, o presidente do PSL concordou em excluir a postagem das redes sociais, e Amélia aceitou renunciar ao pedido de indenização de 20 salários mínimos (R$ 20,9 mil) por danos morais.

Pelo texto do acordo, “fica claro que o projeto de lei proposto pela autora, que estabelece a obrigatoriedade do uso de máscaras como meio de prevenção à Covid-19, não teve a intenção de multar pessoas físicas, mas tão somente pessoas jurídicas”.

O acordo diz ainda que “fica claro que o réu efetuou a publicação objeto desta ação com base no entendimento por ele dado ao projeto de lei, diante dos termos do parecer do jurídico da Câmara”.

POSTAGEM.

Na postagem que motivou a ação, feita no dia 17 de abril, Senna havia afirmado que a “petista Amélia Naomi, 32 anos de vereadora, quer punir o joseense que estiver sem máscara no valor de meio salário mínimo”.

Em decisão no dia 30 de abril, o juiz Marcos Pagan considerou que a publicação “não retrata o real teor do projeto de lei apresentado” por Amélia.

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