PEDRA. Começou na bebida e acabou no crack. Dez anos de vício. Viúva muito cedo e mãe de cinco filhos, Alexandra Souza, 41 anos, de Caldas (MG), diz que não sou lidar com os baques da vida. E a droga entrou pela via do amor. "Primeira vez que usei crack foi no julgamento do meu último marido, que matou um cara e foi condenado a 22 anos". Alexandra relutou muito em se tratar e só aceitou vir para a Fazenda da Esperança, em Guaratinguetá, ao ser ameaçada de perder a guarda do filho menor, justamente para outro mais velho. "Eles forçaram muito pra eu chegar até aqui". Superou o início difícil ("A gente traz uma dor, porque na rua você ataca pra se defender"), e hoje sonha e recomeçar. "É uma caminhada pra sempre, mas agora não estou sozinha"..
09 de julho de 2026
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