Projetos Especias Brand

Novos ventos atraem Maya Gabeira de volta ao Brasil

Por Bárbara Monteiro |
| Tempo de leitura: 2 min
Guiness Book. Maya Gabeira ficou conhecida no mundo como a mulher que surfou a maior onda ilimitada
Guiness Book. Maya Gabeira ficou conhecida no mundo como a mulher que surfou a maior onda ilimitada

Desbravando novos mares, a surfista Maya Gabeira arriscou-se em nova modalidade esportiva nas águas de Ilhabela. A atleta de 32 anos, conhecida mundialmente por surfar ondas gigantes, veio de Portugal só para participar da 46º edição da Semana Internacional de Vela de Ilhabela, considerada a principal competição oceânica da América do Sul.

A principiante mostrou que tira de letra quando o assunto é esporte marítimo, não importa a categoria. Junto do velejador Lars Grael, venceu a prova de percurso longo (25 milhas náuticas) na ilha Toque-Toque.

“Esse convite veio de repente e foi ótimo. Foi uma experiência muito boa, e quem sabe eu consiga voltar ano que vem. Se me convidarem de novo, né? Não sei se tive uma nota boa ou ruim”, brincou a surfista via assessoria do evento.

Os membros da equipe, que contou com comando de Grael e teve ainda a participação do médico do esporte Wagner Castropil, foi criando afinidade durante a preparação para as provas.

“Como a equipe toda não velejava junta, de um treino para o outro foi acontecendo esse entrosamento e fomos evoluindo”, disse Maya.

Essa tripulação de “peso”, competiu no famoso barco do velejador olímpico Marcos Ferrari, o BMW Motorrad (antigo Áries IV).

Diversão

Apesar da experiência ter sido incrível, segundo a própria atleta, Maya não pretende competir. “Não tenho planos de virar uma competidora, até porque nunca fui de participar de disputas no surf. Sempre me envolvi com projetos, desafios e recordes. Competir não é o que me atrai”, afirmou.

A surfista contou ainda as diferenças que percebeu entre o surf e a vela. “O surf é mais físico, demanda muita mais do corpo. Já a vela oceânica, apesar de você se mexer bastante, não é um execício constante. Há muitos movimentos mas meu ritmo cardíaco não chegou nem a passar de 130 BPM (batimentos por minuto). Ou seja, não tem nenhum momento de explosão”.

A atual edição da Semana Internacional da Vela, sediada pelo Yacht Club de Ilhabela, termina neste final de semana.

Comentários

Comentários