Crime Organizado

'Tropa de elite' do PCC levanta 'raio-x' sobre inimigos da facção

Por Da Redação |
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Homem diante de vidro estilhaçado por tiro
Homem diante de vidro estilhaçado por tiro

Após reestruturação, o PCC (Primeiro Comando da Capital) mantém um 'esquadrão de elite' com a função de levantar informações sobre agentes públicos -- principalmente policiais. É o que apontam investigações do MP (Ministério Público) de São Paulo.

O braço armado criado pela facção, criada em Taubaté no ano de 1993, no pavilhão anexo da Casa de Custódia, é conhecido como 'Sintonia Restrita'. O PCC é dividido, estruturalmente, em células. São as sintonias -- a '012', por exemplo, fica responsável pela atuação na RMVale.

A descoberta da 'Sintonia Restrita' ocorreu após uma apreensão na região de Ribeirão Preto. "Documentos apreendidos em poder de outros integrantes da Sintonia Restrita (...), dão conta de que uma das funções realmente é a de proceder ao levantamento de informações sobre agentes públicos para posteriormente matá-los, com a utilização de armas de fogo", diz trecho de denúncia apresentada pelo MP à Justiça.

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A Sintonia Restrita é uma célula que trata de assuntos 'extremamente sigilosos e relevantes para a cúpula', situada dentro da estrutura da 'Sintonia dos 14' (membros de extrema confiança por parte do comando, com elevado poder decisório).

A Sintonia passa as informações para os encarregados de praticar o crime. As forças de segurança pública mantêm o monitoramento constante das organizações criminosas, por meio de ações de inteligência.

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