OUTRO LADO. A Câmara informou que ainda não foi notificada sobre a ação. O sistema foi implantado pela Ágape em dezembro de 2018. O contrato de manutenção segue até o fim de 2019.
Juvenil, que presidia a Casa em 2017 e 2018, negou qualquer irregularidade. "Não houve nenhum prejuízo à Câmara na escolha da modalidade [da licitação]", afirmou.
Michael Robert alegou que a opção pelo pregão tem base legal e que a licitação foi aprovada pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado). "O pregão, que avalia o menor preço, sai mais barato do que a concorrência, que analisa técnica e preço", disse.
A Ágape não se manifestou..