Crime

Padrasto que decapitou bebê é condenado a 55 anos em regime fechado em Pindamonhangaba

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Criança foi morta pelo padrasto em Pindamonhangaba
Criança foi morta pelo padrasto em Pindamonhangaba

O padrasto da bebê Maria Clara, que foi morta decapitada em outubro do ano passado, em Pindamonhangaba, foi condenado a 55 anos de prisão em regime fechado após júri popular nessa terça-feira (10).

Diogo da Silva Leite está preso desde o crime, respondendo por homicídio triplamente qualificado. Segundo o advogado Hélio Barbosa, a defesa irá recorrer e contestar os crimes de ocultação de cadáver e falsa comunicação de crime.

O CRIME.

Na época, o caso gerou uma grande comoção no município. Inicialmente, o homem relatou que saiu com a enteada e, ao retornar, disse que ela teria sido levada por outra pessoa. 

Contudo, a versão foi contestada pela polícia após a obtenção de imagens de segurança do local em que ele teria alegado que a criança havia sido levada. Com isso, ele confessou o crime e contou que a criança foi decapitada.

Após o crime, a casa que em que o homem vivia com a mãe da bebê chegou a ser incendiada por moradores.

Antes do júri, a defesa informou que reconhecia a confissão do reú, mas que apresentaria a tese que não houve a falsa comunicacao de crime e ocultação de cadáver. O advogado informou ainda estar convicto de que o cliente não participou sozinho do crime.

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