Documento.
Cabe ao jornalismo, cada dia mais imprenscindível para que a verdade mantenha a sociedade livre em dias varridos pelas ondas poluídas e tsunâmicas de fake news, a missão de retratar a história enquanto ela está sendo escrita, com indepedência, isenção, olhar crítico, pluralidade e devoção aos fatos.
É documentar a história, com ela ainda em curso, oferecendo elementos críveis, confiáveis, para que a sociedade forme sua própria convicção.
Diante da maior crise desde a Segunda Guerra Mundial, finalizada em 1945, OVALE avança e, enquanto outros recuam, faz do reforço da produção de conteúdo jornalístico a sua arma.
Além de duplicar o número de informações nas plataformas digitais, que bateram recorde de 13 milhões de visualizações só no mês de março e ostentam -- de forma disparada -- o maior alcance e engajamento das redes sociais da região, o jornal reforça suas superedições com o suprassumo de sua produção jornalística: o Documento OVALE, caderno especial produzido pelo Núcleo de Jornalismo Investigativo e Grandes Reportagens de OVALE.
Antes mensal, o Documento é agora semanal.
CONSCIENTIZAÇÃO.
Pela terceira semana seguida, OVALE publica o caderno especial com 12 páginas a respeito do novo coronavírus, com o objetivo de conscientizar a população a respeito da necessidade de achatamento da curva.
É preciso ficar em casa.
É unânime entre médicos que, sem a participação da população, cumprindo seu papel, a eficácia no combate ao coronavírus perde força.
Para piorar, enfrentam-se no país opiniões contrárias aquelas manifestadas pelos especialistas, com indicação de relaxamento do distanciamento e pedido de reabertura do comércio.
"Diante da maior epidemia global dos últimos 100 anos, num momento crucial de enfrentamento da doença, observa-se um grupo maior de pessoas na contramão das orientações oficiais, com tendência inexplicável ao 'desconfinamento social', o que implica no prenúncio de uma tragédia que não se tem memória", afirmou o diretor-presidente de OVALE, Fernando Salerno.
"Vivemos um dilema ético: esperar passivamente o fim ou se engajar na luta contra a epidemia. É o que este jornal está fazendo. Lutando bravamente para dar o máximo de informação quanto possível em tempo real, contextualizando os fatos e procurando antecipar os acontecimentos", completou.
Segundo Salerno, é preciso estar atento aos sinais da história e aprender com eles.
"Precisamos estar sempre vigilantes, porque a verdade é que de tempos em tempos essas epidemias surgem para a desgraça da humanidade e ensinamento dos homens", declarou.n