Desde 2017 sem radares, a cidade de Guaratinguetá permanece sem uma previsão concreta para o retorno da operação dos equipamentos de fiscalização eletrônica.
Após dois anos de impasse, a prefeitura informou ter recebido um parecer judicial que possibilitou a contratação da empresa que deve ser responsável pela operação, a Sentran. Agora, os equipamentos contratados são alvo de aferição do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).
Mesmo com o andamento da contratação, o governo Marcus Soliva (PSB) não apresentou estimativa de retomada para o serviço. O contrato, já assinado com a vencedora do certame, custa cerca de R$ 40 mil por mês ao município e tem validade de 12 meses.
O serviço deve incluir a instalação de três radares fixos e um estático, que deve atuar em locais selecionados e apontados pelo município como de caráter emergenciais.
PARALISAÇÃO.
O último contrato de radares no município venceu em dezembro de 2016. Em 2017, a licitação para a contratação do serviço foi paralisada após o Ministério Público apontar indícios de irregularidades, como a participação de somente uma empresa na disputa. Neste ano, após decisão do Tribunal de Justiça, a contratação teve andamento..