Os pacientes que morreram em decorrência do incêndio no Hospital Badim, zona norte do Rio, estavam internados no CTI (Centro de Tratamento Intensivo), no 3° andar do prédio mais antigo do hospital. A principal causa das mortes foi asfixia por ingestão da fumaça tóxica que se desprendeu, após um curto circuito no gerador instalado no subsolo do prédio. O incêndio começou no final da tarde de quinta-feira
O IML (Instituto Médico-Legal) divulgou os nomes dos dez corpos que deram entrada na unidade. Todos foram identificados e necropsiados e estão liberados para os familiares. A décima primeira vítima, confirmada pelo diretor técnico do Hospital Badim, Fábio Santoro, morreu no Hospital Israelita Albert Sabin, no bairro do Maracanã, para onde foi transferida, logo após o incêndio. O corpo não foi transferido para o IML e o nome da vítima ainda não foi divulgado oficialmente.
A Polícia Civil recolheu os aparelhos de imagem do circuito interno do Hospital. O objetivo, segundo o delegado Roberto Ramos, da 18ª Delegacia de Polícia, é verificar se as imagens captadas registraram o início do fogo.
"Vamos verificar se há imagens da existência do fogo e da sua propagação", disse o delegado do caso, que concentra as investigações sobre a tragédia.n