A Câmara de Taubaté adiou, por duas sessões, a votação do projeto de minirreforma administrativa da Casa. O texto estava na pauta da sessão dessa terça-feira.
O pedido de adiamento foi feito pelo vereador Digão (PSDB), que integra a Mesa Diretora, autora da proposta - ele é o 1º secretário. Segundo o tucano, o objetivo é "aparar arestas".
Um dos principais pontos do projeto é a tentativa de recriação da prática de contratar plano de saúde para os servidores do Legislativo. O auxílio foi suspenso esse ano, depois que o Tribunal de Justiça considerou inconstitucional a lei municipal de 2009 que permitia a prática.
Após a decisão, o contrato com a Santa Casa Saúde, que custava R$ 952 mil por ano e atendia 145 servidores, foi rescindido em setembro. O Legislativo subsidiava entre 60% e 90% do custo do serviço para os funcionários.
O novo projeto não define se a Câmara irá fazer contratação direta da operadora ou se irá indenizar os funcionários, por meio de subsídio. A proposta também não cita uma previsão de custos da medida.