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São Paulo lança plano para prevenção do coronavírus

Por Flávia AlbuquerqueAgência Brasil |
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Risco. Primeiro-ministro Li Keqiang desinfeta mãos na China
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O governo do estado de São Paulo, em parceria com a prefeitura da cidade, anunciou, nesta sexta-feira, um plano de contingência e a formação de um grupo para criar estratégias e ações de prevenção relacionadas ao coronavírus. Serão destinação R$ 200 mil para a compra de kits diagnósticos para o Instituto Adolfo Lutz e de insumos e equipamentos de proteção individual, como máscaras, luvas, óculos e aventais para profissionais de saúde dos hospitais e laboratórios estaduais.

O plano de contingência será aplicado em todos os municípios do estado e será focado em três eixos: a vigilância em saúde (vigilância epidemiológica, formas de transmissão, definição de casos suspeitos, fluxos da doença, aeroportos e portos, confirmação laboratorial e prevenção), assistência (disponibilização de leitos e capacidade de atendimento para casos mais graves) e a comunicação para a sociedade (site, redes sociais, mídia e boletins diários).

O grupo vai colaborar na análise de dados e de informações para subsidiar tomadas de decisões e definição de estratégias, preparação da rede e de ações de enfrentamento de emergências em saúde pública.

"Os profissionais de saúde que atuam em São Paulo estão sendo orientados sobre esse novo vírus e a importância de nos informar rapidamente sobre qualquer caso suspeito. Nossa rede está preparada para atender pacientes e conta com serviços de referência na área de infectologia para casos graves. Seguiremos vigilantes, orientando organizações públicas e privadas, veículos de comunicação e a sociedade civil, prezando pela agilidade e transparência", disse o secretário estadual de Saúde, José Henrique Germann.

CAPACITAÇÃO.

A capacitação dos profissionais do SUS tem apoio dos Grupos de Vigilância Epidemiológica, da Coordenadoria de Serviços de Saúde e da Coordenadoria de Gestão de Contratos de Serviços de Saúde. A prefeitura de São Paulo capacitará 1.000 profissionais da rede hospitalar e da atenção básica, que devem multiplicar essas informações para os 84 mil funcionários da Secretaria Municipal da Saúde. A orientação é a de que assim que os primeiros sintomas surgirem - febre, tosse, coriza e dificuldade para respirar -, o paciente procure o serviço de saúde mais próximo..

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