Há toda uma discussão em torno do uso do VAR, Video Assistant Referee, aqui simplesmente chamado de "árbitro de vídeo".
O que poderia, ou logicamente indicaria, ser unanimidade, porque estabeleceria a tão reclamada "justiça no futebol" e deixaria de colocar só no apito do juiz as mais importantes decisões em campo, acabaram por aumentar o tamanho da desordem.
O resultado até aqui é dos mais trágicos.
De acordo com o Presidente da Comissão Nacional de Arbitragem, Leonardo Gaciba, houve 98% de acerto nas decisões capitais, o que nos leva a concluir que a arbitragem nunca atravessou uma fase tão ruim. Ou, então, a quase certeza, se considerarmos as trágicas e recentes atuações de Leandro Vuaden e Anderson Daronco em jogos da Série C e sem VAR. Um pelo pênalti que assinalou e o outro pelo que não deu. Ou ainda a lambança do "juiz de vídeo", Jean Pierre Gonçalves Lima, em Santos e Athletico PR, no último domingo. Aliás, um "especialista" em se meter ou interromper partidas e estabelecer confusões. No Palmeiras e Bahia já tinha sido assim.
Como bem destaca Arnaldo Cezar Coelho, parafraseando Chacrinha, na parte que nos toca, o "VAR veio para confundir, não explicar"..