VAZAMENTO. A força-tarefa da Lava Jato em Curitiba preferiu buscar acordos a investigar suspeitas contra bancos, segundo mensagens obtidas pelo The Intercept Brasil e publicadas pelo El País. De acordo com a reportagem, os procuradores tiveram em mãos suspeitas de crimes praticados por instituições financeiras, mas preferiram fazer acordos com elas em vez de investigá-las. Um documento intitulado "Ideias e Metas FTJL 2017_2018", enviado em um dos chats em 2016, trazia um resumo das ações que a força-tarefa tomaria em relação às empreiteiras, bancos, doleiros e políticos. Quando o assunto eram as empreiteiras, o objetivo dos procuradores era "responsabilizar todas as empresas"..