APOIO. A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) instalou nesta terça-feira uma sala de situação para elaborar um plano de resposta aos impactos que o vazamento de óleo em praias do Nordeste pode ter na saúde da população. O plano deve ser preparado em, no máximo, 30 dias, mas a Fiocruz vai atuar antes disso no treinamento em larga escala de profissionais do SUS (Sistema Único de Saúde) e na preparação de material de orientação à população dessas localidades.
Para chegar a profissionais das cidades atingidas, a Fiocruz deve lançar mão tanto de cursos a distância no Sistema Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS) quanto de cursos presenciais nos locais. Já para orientar moradores, está em discussão inclusive a criação de manuais, cartilhas e vídeos explicativos.
"Temos capacidade de fazer um trabalho de larga escala e no curto prazo", disse Guilherme Franco, assessor da Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da Fiocruz. Ele lembrou que a fundação já vinha participando de modo informal da resposta ao vazamento, dando orientação a voluntários e apoiando ações de vigilância. "Há muitas dimensões [em] que a Fiocruz pode atuar", afirmou..