SAÚDE. Uma mulher de Ubatuba recebeu liberação da Justiça para cultivar maconha em casa, para produzir um óleo usado no tratamento da filha que sofre com epilepsia e deficiência intelectual grave.
De acordo com o órgão, a menina sofre cerca de 20 convulsões violentas ao dia, e o médico que acompanha o tratamento receitou um medicamento a base de canabidiol, produzido nos EUA e com alto custo, fora da realidade financeira da família.
Assim, após uma ação da Defensoria Pública de Taubaté, a Justiça autorizou, em caráter liminar, a cultivação caseira de maconha para produzir o óleo da cannabis sativa, para fins do tratamento..