Política

Câmara de São José vota nessa quinta o orçamento para 2020

Por Julio Codazzi@juliocodazzi |
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LOA será votada. Plenário da Câmara de São José dos Campos. Projeto está na ordem do dia de hoje
LOA será votada. Plenário da Câmara de São José dos Campos. Projeto está na ordem do dia de hoje

A Câmara de São José dos Campos deve votar nessa quinta-feira o projeto da LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2020, elaborado pelo prefeito Felicio Ramuth (PSDB) e que prevê orçamento de R$ 2,681 bilhões para o ano que vem.

Esse valor é referente à administração direta, que inclui a prefeitura e o Legislativo. O montante representa um acréscimo de 2,61% sobre o orçamento de 2019 (R$ 2,613 bilhões). No entanto, como a inflação desse ano deve fechar em 3,26%, na prática a receita será menor em 2020.

No total, a prefeitura deve ter orçamento de R$ 2,617 bilhões no ano que vem, e a Câmara ficará com R$ 64 milhões. Para 2019 a projeção foi de R$ 2,551 bilhões para a prefeitura e R$ 61,6 milhões para o Legislativo.

Das secretarias municipais, sete pastas terão queda no orçamento em 2020, em relação ao previsto para esse ano: Manutenção da Cidade (de R$ 219 milhões esse ano para 188 milhões no ano que vem), Mobilidade Urbana (de R$ 103 milhões para R$ 97 milhões), Gestão Habitacional e Obras (de R$ 159 milhões para R$ 111 milhões), Gestão Administrativa e Finanças (de R$ 81 milhões para R$ 75 milhões), Governança (de R$ 34,9 milhões para R$ 32,6 milhões), Apoio Social ao Cidadão (de R$ 87,1 milhões para R$ 87 milhões) e Inovação e Desenvolvimento Econômico (de R$ 13,6 milhões para R$ 13,5 milhões).

Outras sete secretarias terão aumento no orçamento no ano que vem: Saúde (de R$ 704 milhões para R$ 787 milhões), Educação (de R$ 647 milhões para R$ 698 milhões), Esportes e Qualidade de Vida (de R$ 49,7 milhões para R$ 50 milhões), Proteção ao Cidadão (de R$ 39,6 milhões para R$ 39,7 milhões), Urbanismo e Sustentabilidade (de R$ 18,4 milhões para R$ 18,5 milhões), Apoio Jurídico (de R$ 15,2 milhões para R$ 15,3 milhões) e Gabinete (de R$ 554 mil para R$ 600 mil).

Com a soma da administração indireta, que inclui IPSM (Instituto de Previdência do Servidor Municipal), Fundhas (Fundação Hélio Augusto de Souza) e FCCR (Fundação Cultural Cassiano Ricardo), a receita total do município no ano que vem será de R$ 3,02 bilhões, queda de 2,50% sobre a fixada para 2019..

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