A mais recente geração que chega ao mercado profissional tem optado por atuar com mais vigor no setor de serviços, com preferência para as áreas de tecnologia da informação, comércio, mercado financeiro, gastronomia e mais algumas alternativas mais atraentes aos seus olhos. Na outra ponta, há os profissionais experientes de outras profissões, que por força da situação precisam procurar novas alternativas de sustento para garantir sua sobrevivência.
No Brasil há uma queda de procura dos jovens pelos ofícios de 'chão de fábrica' e até pelo ensino técnico, em algumas áreas. Além disso, há um processo de desindustrialização em São Paulo.
Ao nosso olhar, boa parte dessa nova geração tem sido influenciada por programas de TV ou colegas nas redes sociais para buscar soluções fora do País. Eles ficam pesquisando necessidades em outras nações como, por exemplo, TI ou gastronomia, em mercados mais aquecidos como Canadá, Austrália, Irlanda ou Nova Zelândia.
O público mais numeroso de nossa escola profissionalizante em plásticos nunca foi especificamente de adolescentes sem experiência, ao contrário dos cursos técnicos matutinos e vespertinos de 2º grau do Senai.
Na maioria dos casos, é preciso começar como operador de máquinas, podendo subir degrau por degrau até chegar à função de encarregado, gerente ou mesmo dono de empresa. Para isso, basta ter foco, dar continuidade aos estudos. Contudo, para a maioria dos jovens não é tão fácil enxergar isso e aceitar facilmente. Inúmeros deles querem tudo muito fácil, sem grande esforço e ganhar bem, mesmo no início da carreira..