GERAÇÕES. É na fazenda onde Leonor Lavigne de Lemos cresceu que hoje ela reúne os amigos com os produtos que hoje são sua única fonte de renda. Antes disso, ela e o irmão, Antônio, relembram a origem do amor pela produção do cacau, presente na família há 200 anos. Fora do ramo na última década, eles retornaram para o campo estampando no nome da marca o apelido do avô: Sinhô, que hoje estampa barras de chocolate, nibs, amêndoas, mel, melaço e geleias de cacau.
"Toda nossa memória de roça, de cacau, de paixão, vem dele", contou. "A gente quer mostrar que a gente tem um cacau que tem identidade, que tem seus aromas, tem seus sabores, sua
qualidade, seu valor, e é tão bom quanto cacaus de outros países", garantiu, Leonor..