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Prefeitura de São José começa preparativos para volta da Virada Cultural

Por Thais Perez@_thaisperez |
| Tempo de leitura: 2 min
Virada Cultural
Virada Cultural

Confirmado. A Virada Cultural Paulista fará seu retorno à São José dos Campos.

Fora do circuito de eventos da cidade desde 2016, a Virada tem sido uma das principais demandas culturais da cidade, servindo até de promessa de campanha para o prefeito Felicio Ramuth (PSDB).

A gestão atual reforçou que o evento voltaria a integrar o calendário de São José depois que o governo do ex-prefeito Carlinhos de Almeida (PT) alegou falta de recursos para realizar a Virada na cidade.

Depois de uma concorrida disputa, São José foi escolhida entre mais de 30 municípios para realizar a Virada. Entre eles Taubaté, que vinha recebendo o evento desde 2017.

De acordo com o secretário de Cultura e Economia Criativa, Sérgio Sá Leitão, a intenção do governo estadual é que no próximo ano, o número de edições da Virada SP seja ampliado e o restante dos editais do Juntos pela Cultura. "Também queremos aumentar o valor aportado e fazer mais linhas no próximo ano, como por exemplo uma linha para apoiar estruturas culturais", afirma o secretário.

PREPARATIVOS.

De acordo com a FCCR (Fundação Cultural Cassiano Ricardo), a Virada pode acontecer entre os dias 30 de novembro e 1º de dezembro. Contudo, a data ainda pode mudada.

Foram definidos dois circuitos para receber a Virada SP, ou seja, regiões que irão receber as atrações da festa. Um deles compreende a região central e norte, incluindo o Teatro Municipal, o Cineteatro Benedito Alves, Teatro Municipal e um palco principal no Parque da Cidade.

A Casa de Cultura Flávio Craveiro e o Centro da Juventude farão parte do circuito sul. As atividades acontecerão simultaneamente.

Quanto às atrações, ainda é cedo para saber quais artistas virão para a cidade. A FCCR afirma que a programação será feita de forma conjunta com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do estado.

A novidade é que a nova edição da Virada pode voltar a ter atividades durante a madrugada, o que não acontece desde a primeira edição. "A ideia é ter 24 horas ininterruptas, na madrugada, utilizar espaços fechados", diz Washington Freitas, diretor cultural da FCCR.

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