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TST determina que 90% dos petroleiros sigam trabalhando durante a greve

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Ação. TST exige quórum mínimo
Ação. TST exige quórum mínimo

PARALISAÇÃO. O ministro do TST (Tribunal Superior do Trabalho) Ives Gandra determinou nesta terça-feira que os sindicatos de petroleiros mantenham 90% dos trabalhadores em serviço durante a greve da categoria, que começou no sábado. A decisão foi motivada por uma ação de dissídio coletivo protocolada pela Petrobras no tribunal. Com a decisão, os sindicatos também estão proibidos de impedir o livre trânsito de bens e pessoas nas refinarias e plataformas da estatal.

"Determino aos suscitados [sindicatos] que mantenham em atividade e no desempenho normal de suas atribuições, no âmbito das unidades operacionais da Petrobras e de suas subsidiárias, bem como em sua sede, para atendimento dos serviços inadiáveis da comunidade, o contingente de 90% (noventa por cento) de trabalhadores, em face da natureza do serviço prestado e da forma de composição dos turnos de revezamento para operação de plataformas e refinarias", decidiu o ministro.

A greve foi deflagrada para protestar contra as demissões que devem ocorrer na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná, que deve ser fechada pela Petrobras. Segundo a FUP (Federação Única dos Petroleiros), a suspensão das atividades vai provocar a demissão de mil trabalhadores..

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