ANIVERSÁRIO DAS MÚSICAS DE PROTESTOS AOS TEMAS MAIS ROMÂNTICOS, ARTISTA FOI ELEITO O SÉTIMO MELHOR CANTOR DA HISTÓRIA EM 2004

Dylan, 80 anos: aniversário de um ícone do mundo artístico

Por Marcos Eduardo Carvalho |
| Tempo de leitura: 2 min
Bob Dylan
Bob Dylan

Bob Dylan, o ‘poeta trovador’ completou 80 anos. E, com oito décadas nas costas, segue mais atualizado do que nunca. O músico norte-americano, sempre à frente de seu tempo, nasceu no dia 24 de maio de 1941, em Dulluth, no Minnesota, nos Estados Unidos.

Segundo dados do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), Dylan tem 940 canções e 2.114 gravações cadastradas ao longo da história.

Robert Allen Zimmerman, que depois adotou o nome artístico de Bob Dylan, é tão icônico que, em 2016, ao receber o prêmio Nobel de Literatura, se tornou o único artista em toda a história ter, junto, as principais premiações da música, literatura e cinema.

Dylan já ganhou estatueta do Oscar (melhor canção original, em 2001), do Grammy, Globo de Ouro e ainda tem uma citação especial do Pulitzer.

Nada mal para um monstro da música pop, que na década de 1960 se tornou um símbolo do movimento de contracultura que surgia nos Estados Unidos e Europa.

Aliás, além de grande músico, ele também é artista e escritor.

E, é tão atual que em março de 2020 lançou a música autoral ‘Murder Most Foul’, a primeira em oito anos.

Nem mesmo a pandemia da Covid-19 parou o artista, que segue atualizado e de olho em tudo o que acontece.

INSPIRADOR.

Em uma determinada fase da carreira, foi influente em movimentos de protestos contra o racismo e contra a Guerra do Vietnã. Adepto do ‘Folk’, estilo musical popular nos Estados Unidos, foi aos poucos se voltando para as músicas mais românticas e sentimentalistas.

Dylan é autor da famosa música ‘Knockin' on heaven's door’, que no início dos anos 1990 ganhou grande impulso na voz de Axl Rose, da banda de rock Guns n’Roses.

E, ainda na década de 1960, inspirou muitos artistas como o quarteto de Liverpool: Paul McKartney, John Lennon, George Harrison e Ringo Starr, os eternos Beatles.

E, em 2004, Dilay foi considerado o sétimo maior cantor de todos os tempos pela revista especializada Rolling Stones.

Na década de 1990, chegou a gravar músicas no estilo do folk tradicional, mesmo sem grande apelo comercial. Mas, para ele, que valia naquele momento era o prazer de fazer música.

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