Catia Silene da Silva, de 50 anos, morreu em São José dos Campos vítima de um ataque cardíaco, segundo o IML (Instituto Médico Legal).
A informação foi confirmada pelo delegado Neimar Camargo Mendes, chefe do setor de Homicídios da Polícia Civil, após a realização dos exames que analisaram o corpo da mulher, encontrada morta em uma via pública na zona norte. Havia suspeita de homicídio.
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Segundo o delegado, a morte não teve relação com qualquer tipo de crime. Catia, de acordo com a polícia, era dependente química.
“Já em contato informal com o médico legista, a morte foi uma morte natural, foi infarto. Então não tem nada relacionada a nenhum tipo de crime”, afirmou Neimar.
Catia foi encontrada morta na noite desta quarta-feira (9), na rua José Borges Sobrinho. Inicialmente, o caso chamou a atenção da polícia porque o médico do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) que atendeu a ocorrência identificou sinais físicos na região do pescoço da vítima.
Diante da suspeita inicial, a ocorrência foi registrada como morte suspeita e encontro de cadáver. A Polícia Civil acionou a Polícia Científica e determinou a realização de exames para esclarecer a causa do óbito.
Polícia descartou hipótese de crime
Com a avaliação do médico legista, a investigação passou a apontar para uma causa natural. De acordo com o delegado, os sinais observados anteriormente na região do pescoço não estavam relacionados a uma ação criminosa.
O corpo foi encontrado por volta das 22h30. Equipes da Polícia Militar, Samu, Polícia Civil e Polícia Científica foram mobilizadas para atender a ocorrência.
O local foi periciado e pessoas que estavam nas proximidades foram ouvidas durante os primeiros levantamentos. Nenhuma delas havia presenciado o que aconteceu antes da morte.
Também não foram encontradas câmeras de monitoramento ou outro sistema de armazenamento de imagens nas proximidades imediatas do local. Nenhum objeto relacionado à ocorrência foi apreendido.
Mulher havia sido vista com vida durante a tarde
Segundo as informações reunidas inicialmente pela Polícia Civil, Catia estava hospedada havia poucos dias no imóvel relacionado à ocorrência.
Ela foi vista com vida pela última vez durante a tarde de quarta-feira, algumas horas antes de ser encontrada morta.
Naquele momento, ainda não havia elementos suficientes para determinar a causa da morte ou descartar a possibilidade de crime. Por isso, a investigação aguardava os exames realizados pelo IML.