ACIDENTE FATAL

Adeus, Rogério: morte e motociclista na Dutra comove o Vale

Por Leandro Vaz | Lorena
| Tempo de leitura: 2 min
Da redação
Reprodução
Rogério Alves do Amaral, de 42 anos
Rogério Alves do Amaral, de 42 anos

A morte de Rogério Alves do Amaral, de 42 anos, vítima de um acidente envolvendo uma motocicleta e uma carreta na rodovia Presidente Dutra, provocou comoção entre familiares, amigos e colegas de trabalho em Lorena.

Rogério trabalhava em uma empresa do ramo de pneus na cidade e foi lembrado como um profissional comprometido, prestativo e respeitado por todos que conviviam com ele. Em uma nota de pesar publicada nas redes sociais, a empresa destacou sua dedicação e a relação de amizade construída ao longo dos anos.

“Rogério não deixou apenas sua contribuição profissional, mas também o carinho e a admiração de todos que tiveram o privilégio de conviver com ele. Sua ausência será profundamente sentida, mas seu legado permanecerá vivo nas lembranças de todos que o conheceram”, diz um trecho da homenagem.

Amigos e conhecidos também utilizaram as redes sociais para lamentar a morte. Entre as mensagens, Rogério foi descrito como uma pessoa simpática, gentil, prestativa e muito próxima dos colegas.

“Rogério não foi apenas um colaborador, foi um amigo chegado de todos”, escreveu um dos amigos.

Outra publicação destacou o carinho pela família da vítima. “Meus sentimentos a toda a família, em especial aos pais do Rogério, que são nossos amigos e pessoas muito queridas. Que Deus os console”, afirmou uma conhecida.

O acidente que matou Rogério 

Rogério morreu na madrugada desta terça-feira (28), após se envolver em uma colisão com uma carreta na altura do km 54,950 da rodovia Presidente Dutra, em Lorena.

O acidente aconteceu por volta das 4h55 e envolveu uma motocicleta Honda CG 125 Fan, conduzida por Rogério, e uma carreta formada por um caminhão-trator e um semirreboque.

Quando as equipes da Polícia Rodoviária Federal chegaram ao local, encontraram o motociclista caído sobre uma das faixas de rolamento. Funcionários da concessionária responsável pela rodovia já haviam constatado a morte.

Em depoimento à Polícia Civil, o motorista da carreta declarou que a motocicleta estava parada sobre a pista e sem iluminação. Segundo ele, a baixa visibilidade dificultou a identificação do veículo com antecedência.

O caminhoneiro afirmou que tentou desviar e acionou os freios, mas não conseguiu evitar o impacto. A versão apresentada pelo motorista ainda será confrontada com os laudos produzidos pela Perícia Técnico-Científica.

A possível falta de iluminação da motocicleta e as condições de visibilidade no trecho estão entre os fatores analisados pelas autoridades. As circunstâncias e a dinâmica exata do acidente permanecem sob investigação.

O boletim de ocorrência não informou em qual sentido da rodovia aconteceu a colisão, nem se houve necessidade de interdição das pistas ou registro de congestionamento.

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