Uma jovem de 24 anos morreu na última terça-feira (7) após passar vários dias internada com graves complicações pulmonares. Familiares afirmam que ela fazia uso frequente de cigarros eletrônicos e associam o agravamento do quadro de saúde ao consumo do dispositivo.
Clique aqui para fazer parte da comunidade de OVALE no WhatsApp e receber notícias em primeira mão. E clique aqui para participar também do canal de OVALE no WhatsApp
O caso ocorreu em Anápolis, em Goiás. A vítima, identificada como Aghda Gleicy, teve uma rápida piora no estado de saúde durante a internação. Segundo o companheiro, os pulmões da jovem sofreram um comprometimento severo, quadro que a família acredita estar relacionado ao uso de vape.
Apesar dos esforços da equipe médica, Aghda não resistiu. Ela deixa o marido e três filhos pequenos.
O caso reacende o alerta para os riscos do uso de dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como vapes, especialmente entre os jovens. Embora sejam amplamente comercializados de forma irregular, esses produtos têm venda, importação e propaganda proibidas no Brasil.
A restrição foi determinada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que mantém a proibição dos cigarros eletrônicos devido aos potenciais riscos à saúde. No entanto, os dispositivos continuam circulando no mercado clandestino e sendo utilizados por parte da população.
Até o momento, a associação entre a morte da jovem e o uso do vape foi informada exclusivamente por familiares, não havendo divulgação de laudo oficial que confirme essa relação.