A irmã de Viviane Maria da Silva Vicente, de 24 anos, encontrada morta dentro de casa em Guaratinguetá na última terça-feira (23), afirmou que a família passou a desconfiar de que algo havia acontecido depois que a jovem não compareceu ao trabalho e deixou de responder mensagens e ligações ao longo do dia.
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Em entrevista ao SBT Vale, Vitória da Silva contou que o comportamento da irmã chamou a atenção dos familiares por ser incomum. “Ela nunca foi de sumir, ela nunca foi de faltar ao trabalho. E, se fosse faltar, justificaria. Além disso, ela não mandaria o esposo dela avisar a falta por mensagem. Nossa preocupação começou daí”, relatou.
Sem conseguir contato com Viviane, familiares foram até a casa dela na noite de terça-feira. Segundo Vitória, o marido dela e o irmão da vítima entraram no imóvel e passaram a procurar a jovem pelos cômodos.
Durante as buscas, eles encontraram um quarto fechado. Ao abrirem o cômodo, perceberam um tapete cobrindo um volume. Ao verificar, constataram que se tratava do corpo de Viviane.
Relacionamento era marcado por ciúmes
Ainda durante a entrevista, Vitória afirmou que o relacionamento da irmã era marcado por ciúmes e atitudes controladoras por parte do companheiro.
A Polícia Civil investiga o caso como feminicídio e realiza diligências para localizar Roque Aquino de Jesus, apontado como o principal suspeito da morte de Viviane. Ele ainda não foi encontrado.
Segundo informações divulgadas por familiares, Viviane e o companheiro estavam juntos havia cerca de oito anos e tinham dois filhos. Uma das crianças teria presenciado o crime. Testemunhas também relataram ter ouvido discussões e pedidos de socorro antes da morte.
Após o crime, familiares e amigos passaram a compartilhar a imagem do suspeito nas redes sociais e pedem justiça pela morte de Viviane.
Informações que possam ajudar na localização do suspeito podem ser repassadas de forma anônima pelo Disque Denúncia, no telefone 181.