CRIME

Presa em Tremembé, mulher é acusada de matar filha, nora e amiga

Por Da Redação | Tremembé
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
Elizabete Arrabaça, de 68 anos
Elizabete Arrabaça, de 68 anos

A aposentada Elizabete Arrabaça, de 68 anos, voltou a ser ré na Justiça por crimes envolvendo envenenamento. Além de responder pelo assassinato da nora, ela também foi denunciada por tentativa de homicídio contra uma amiga, ocorrida em 2017. A mulher nega participação nos casos.

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O processo tramita no interior de São Paulo, onde a suspeita está presa há quase um ano na Penitenciária de Tremembé. Segundo as investigações, Elizabete responde por homicídio qualificado da nora Larissa Rodrigues e por tentar matar uma amiga utilizando veneno. Há ainda suspeita de envolvimento na morte da própria filha, caso que segue sob análise judicial.

Elizabete foi presa em 6 de maio ao lado do filho, o médico Luiz Antônio Garnica, de 38 anos. Ambos são acusados pela morte de Larissa, professora de pilates e esposa de Luiz. A vítima foi encontrada morta em março do ano passado no apartamento onde vivia com o marido.

Laudos periciais apontaram a presença de substância tóxica conhecida como “chumbinho” no corpo de Larissa. A hipótese investigada é de que o envenenamento tenha ocorrido com participação da sogra e possível conivência do marido.

Com a aceitação da denúncia pelo Ministério Público de São Paulo, mãe e filho se tornaram réus por homicídio qualificado, com agravantes como motivo torpe, uso de meio que dificultou a defesa da vítima e emprego de veneno. O caso será levado a júri popular, ainda sem data definida.

A repercussão levou a Polícia Civil a reabrir a investigação sobre a morte de Nathalia Garnica, filha de Elizabete. Ela morreu um mês antes da nora, inicialmente por causas naturais.

Após novos exames realizados pelo Instituto Médico Legal, também foi identificada a presença de veneno no corpo de Nathalia. As investigações apontam que Elizabete foi a última pessoa a ter contato com ambas antes das mortes.

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