A Justiça condenou Luiz Felipe da Silva de Moura a 42 anos e seis meses de prisão pelo assassinato e ocultação de cadáver de Mariana da Costa Nascimento, de 28 anos, sua ex-companheira, cujo corpo foi encontrado enterrado em uma área da zona rural de Taubaté.
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O crime aconteceu em junho de 2025 e Luiz Felipe foi condenado nesta terça-feira (10).
Durante o julgamento, foram ouvidas cinco testemunhas, além do interrogatório do próprio réu. A sessão foi acompanhada por familiares e amigos da vítima, que estiveram presentes no fórum e pediram justiça pela morte da jovem.
De acordo com a investigação conduzida pela Polícia Civil, Mariana foi assassinada e, posteriormente, teve o corpo enterrado em uma região rural do município. O caso foi denunciado pelo Ministério Público, que apontou Luiz Felipe como autor do homicídio.
Ainda segundo as investigações, Mariana possuía uma medida protetiva contra o ex-companheiro, que não aceitava o término do relacionamento. Para auxiliar na elucidação do caso, a polícia utilizou imagens de câmeras de segurança, que ajudaram a identificar o veículo do suspeito circulando na área onde o corpo foi localizado.
Durante o julgamento, a defesa do acusado negou a autoria do crime. O advogado afirmou que Luiz Felipe declarou ter encontrado Mariana já sem vida e que decidiu enterrar o corpo por medo de ser responsabilizado pela morte.
Após a apresentação das provas e dos depoimentos ao longo do julgamento, os jurados consideraram o réu culpado, resultando na condenação a 42 anos e seis meses de reclusão em regime inicial fechado.