INVESTIGAÇÃO

Casal que roubava residências com fuzis e carro blindado é preso

Por Da redação | São Paulo
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação/Governo de SP
Foram apreendidos três fuzis de guerra dentro de uma cama com baú
Foram apreendidos três fuzis de guerra dentro de uma cama com baú

Policiais do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) prenderam um casal integrante de uma quadrilha especializada de roubos a residência em São Paulo com uso de fuzis e carros blindados. Os dois foram detidos na quinta-feira (13) em um imóvel no Campo Limpo, na zona sul da capital, utilizado como base operacional do bando.

Clique aqui para fazer parte da comunidade de OVALE no WhatsApp e receber notícias em primeira mão. E clique aqui para participar também do canal de OVALE no WhatsApp

Após a identificação da residência utilizada para reuniões e planejamentos dos crimes, policiais da 4ª Disccpat (Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio) passaram a monitorar o local.

Durante a campana, uma mulher saiu do imóvel e foi abordada. Ao entrar na residência, os agentes identificaram que o local era utilizado como depósito de armamentos utilizados nos roubos, sob responsabilidade da indiciada.

Foram apreendidos três fuzis de guerra que estavam dentro de uma cama-baú, sendo que um deles era utilizado para abater carros de combate e aeronaves. Projéteis e munições também foram recolhidos.

Na garagem, havia dois veículos blindados utilizados durante as fugas. Os dois carros possuíam queixa de furto e estavam com as placas trocadas.

Durante as diligências, um outro suspeito chegou de carro no local e foi abordado. Ele carregava na carteira um documento falso com a fotografia da detida no imóvel.

Segundo as investigações, o motorista seria o responsável por fornecer documentos falsos para integrantes da quadrilha.

O casal, sendo a mulher de 38 e o homem de 42 anos, já tinha passagens pela polícia por homicídio, tentativa de homicídio e roubo a residência. Eles foram encaminhados à 4ª Delegacia da Disccpat, do Deic, onde permaneceram à disposição da Justiça.

O caso foi registrado como associação criminosa, uso de documento falso, posse ou porte ilegal de arma de fogo, receptação, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e falsificação de documento público.

Comentários

Comentários