O Ministério Público de São Paulo denunciou Elizabete Arrabaça, de 68 anos, pela morte da filha, Nathália Garnica, que teria sido envenenada com chumbinho. A Promotoria também pediu a prisão preventiva da acusada, apontada como responsável por administrar a substância letal à vítima.
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O caso ocorreu em Pontal, no interior de São Paulo. Segundo as investigações, Nathália acolheu a mãe em casa dias antes do crime, ocorrido em fevereiro deste ano. O produto usado no envenenamento é um pesticida clandestino, altamente tóxico e proibido para uso doméstico.
De acordo com o Ministério Público, Elizabete enfrentava dificuldades financeiras e era viciada em jogos de azar. A suspeita é de que ela dependia economicamente da filha e teria agido por interesse patrimonial. A promotoria afirma que a acusada havia renegociado um empréstimo consignado de quase R$ 90 mil meses antes do crime.
Após a morte de Nathália, a mãe teria esvaziado o imóvel rapidamente e ainda tentou movimentar a conta bancária da vítima. A ré já responde a outro processo por env3nenamento, aberto após a morte da nora, em março, o que reforçou as suspeitas e levou à abertura da investigação que resultou na atual denúncia.