Festas na rua embaladas por som alto, desfile de carros e motos e, não raro, pessoas armadas, os fluxos tornaram-se uma das principais fontes de reclamação da população no Vale do Paraíba, em razão da constante perturbação do sossego.
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Comandante do CPI-1 (Comando de Policiamento do Interior) e responsável pela Polícia Militar em toda a região, coronel Luiz Fernando Alves disse que a corporação está atenta ao problema e que o ideal é se antecipar aos fluxos.
“O fluxo, como é popularmente conhecida a interdição de via para utilização de som alto, bebidas e outras situações. O ideal é que a gente combata antes dele começar. Com ações de fiscalização, a famosa blitz, o bloqueio, a operação policial, para que ele não comece”, afirmou o militar durante entrevista no OVALE Cast, podcast de OVALE.
“E também hoje com a fiscalização dessas adegas, desses locais irregulares que acabam tendo essa atração para esse fechamento de via. Então, o ideal é que ele não comece. Se ele começar, é importante que eu tenha uma operação muito bem planejada, muito bem coordenada e comandada para que a gente consiga debelar aquilo com menor impacto possível, seja para o policial militar, seja para aquele que está no fluxo e para a população”, ressaltou o comandante da PM.
Segundo ele, a partir do momento em que há “uma quantidade muito grande de indivíduos fazendo o fechamento de rua”, a operação precisa ser muito bem planejada para que “não tenha a consequência danosa”.
“Nós já tivemos situações que, infelizmente, durante uma ação, aconteceram situações de entrar em óbito aquele que estava naquela localidade, devido a uma ação. Então, pensando nisso, as ações são planejadas, estruturadas para que a gente tenha a retirada daqueles indivíduos do fechamento de via com segurança”, afirmou Alves.
OVALE Cast contou com a participação do editor-chefe de OVALE, Guilhermo Codazzi, e do repórter especial Xandu Alves. O episódio está disponível nos canais de OVALE no Youtube Spotify, além das redes sociais e no site do jornal.