A Polícia Civil de São José dos Campos prendeu um homem por tráfico de drogas, além de apreender entorpecentes, armas de brinquedo e R$ 11,7 mil em dinheiro. A ação aconteceu na manhã de quinta-feira (25), em apartamento do bairro Cajuru, e integra a investigação de crime de extorsão conduzida pelo 1º Distrito Policial, no qual são investigados dois homens.
Clique aqui para fazer parte da comunidade de OVALE no WhatsApp e receber notícias em primeira mão. E clique aqui para participar também do canal de OVALE no WhatsApp
No local, os policiais prenderam um homem, de 42 anos, apreenderam R$ 11.786,00 em dinheiro, 1,2 kg de cocaína, três simulacros de arma de fogo, 10 munições calibre .38, cartões bancários de vítimas e celulares.
O mandado de busca e apreensão decorre de diligências do 1º DP de São José dos Campos no âmbito de uma apuração de extorsão. As equipes deslocaram-se ao endereço Estrada Dom José Antonio do Couto, para coleta de elementos vinculados ao inquérito principal.
No cumprimento do mandado, foram identificados indícios autônomos de tráfico de entorpecentes, que levaram ao flagrante de um terceiro homem, de 42 anos, enquanto os demais permaneceram na condição de investigados por extorsão.
Os policiais civis ingressaram no imóvel, procederam à busca autorizada e localizaram entorpecentes, dinheiro, acessórios de enrolação e objetos que, segundo o registro, guardam relação com a prática de tráfico. Diante das evidências, a autoridade policial deu voz de prisão em flagrante ao homem por tráfico de drogas.
Conforme apuração policial, o preso possui passagens e condenações anteriores por tráfico de entorpecentes. A informação foi ponderada para subsidiar a representação de medidas cautelares e orientar o encaminhamento ao sistema prisional.
Após a formalização do flagrante, o preso foi encaminhado ao Centro Provisório e Triagem de Presos de Caçapava, onde aguardará audiência de custódia. O material apreendido foi recolhido para perícia e instrução do procedimento.
A apreensão de 1,2 kg de cocaína associada a dinheiro em espécie e material de enrolação é tratada pela polícia como indicador típico de atividade de comércio ilícito. A presença de cartões bancários em nome de vítimas suscita linhas de verificação paralelas quanto à origem e eventual vínculo com o crime de extorsão investigado no inquérito-matriz.