DISFARCE

Após ser flagrado com calcinha, pastor se vê em mais polêmicas

Por Da Redação | Goiânia (GO)
| Tempo de leitura: 1 min
Reprodução
O pastor evangélico Eduardo Costa
O pastor evangélico Eduardo Costa

O pastor evangélico Eduardo Costa, que se apresenta como bispo do Ministério Poder e Milagres, voltou a ser alvo de polêmicas. Recentemente, ele foi identificado em um vídeo que circulou nas redes sociais, onde aparece de calcinha e peruca loira em um estacionamento.

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O episódio ocorreu em Goiânia e reacendeu antigas acusações contra Costa. Ex-alunos de Direito da Universidade Salgado de Oliveira (Universo) afirmam ter sido lesados por ele durante a festa de formatura da turma de 2006. O orçamento do evento chegou a R$ 460 mil, mas, segundo os formandos, o cerimonialista usou cheques sem fundo e entregou uma celebração muito abaixo do contratado.

“Pagamos cascata de camarão, mas serviram macarrão. Queríamos passarela giratória na colação, mas não houve”, relembrou um dos ex-formandos, destacando ainda que Costa se recusava a prestar contas.

O pastor, que também atua como servidor do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), confirmou ser o homem flagrado nas imagens recentes, mas afirmou que estava em uma “investigação particular” que exigia disfarce. Ele acusou o autor da gravação de extorsão e prometeu acionar a Justiça.

Quanto ao processo sobre a formatura, Costa chegou a ser condenado em primeira instância, mas foi absolvido em 2014 pela 2ª Câmara Criminal do TJGO. O relator, desembargador Edison Miguel da Silva Júnior, entendeu que não havia provas de apropriação indébita, apenas falhas contratuais e insatisfação com o serviço. A decisão foi unânime.

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