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Traficantes obrigam vítima a comer própria orelha antes da morte

Por Da Redação |
| Tempo de leitura: 2 min
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Fabrício Alves Monteiro
Fabrício Alves Monteiro

Um brutal assassinato ocorrido durante o Carnaval no Rio de Janeiro chocou familiares e amigos de Fabrício Alves Monteiro, 28 anos, vítima de um suposto "protocolo de tortura e execução" atribuído ao Comando Vermelho (CV). O brasiliense foi sequestrado por traficantes da facção na região de Honório Gurgel, zona norte da cidade, e submetido a sessões de tortura que incluíram coronhadas, mutilações e até a obrigação de comer parte de seu próprio corpo. O crime teria sido motivado por mensagens e fotos encontradas no celular de Fabrício, que supostamente faziam referência ao Terceiro Comando Puro (TCP), facção rival do CV.

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De acordo com relatos de um primo e um amigo da vítima, que também foram capturados pelos criminosos, Fabrício foi levado para dentro da comunidade da Palmeirinha, dominada pelo CV, após uma abordagem na Avenida Brasil. Os três jovens haviam viajado de Brasília para curtir o Carnaval no Rio e estavam hospedados na casa de parentes no bairro de Anchieta. Eles seguiam o GPS para uma festa quando foram rendidos pelos traficantes.

Durante o sequestro, os criminosos acessaram o celular de Fabrício e encontraram conversas e imagens que interpretaram como apoio ao TCP. Isso teria sido suficiente para que o jovem fosse submetido a um "tribunal do tráfico", onde foi torturado e executado de forma brutal. Seus companheiros foram liberados, mas Fabrício desapareceu e seu corpo ainda não foi localizado.

O caso expõe a violência extrema praticada por facções criminosas no Rio de Janeiro e levanta preocupações sobre a segurança de moradores e turistas em áreas dominadas pelo tráfico. Familiares e amigos de Fabrício aguardam respostas das autoridades, enquanto a polícia investiga o crime.

Com informações do portal de notícias Metrópoles

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