CRIME BÁRBARO

Reconhecido em Aparecida, suspeito de matar mulher é preso

Por Da redação | Aparecida
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação / GCM
GCM de Aparecida prendeu o suspeito e o encaminhou à delegacia
GCM de Aparecida prendeu o suspeito e o encaminhou à delegacia

Matou a mulher e foi rezar.

Reconhecido por uma turista em Aparecida, um homem de 47 anos foi preso na manhã deste sábado (18) na cidade do Vale da Fé. Ele era procurado pela polícia suspeito de ter matado a própria mulher.

Clique aqui para fazer parte da comunidade de OVALE no WhatsApp e receber notícias em primeira mão. E clique aqui para participar também do canal de OVALE no WhatsApp.

Ele é suspeito de matar a própria companheira a facadas em Nazaré Paulista. O crime aconteceu na última segunda-feira (13).

O suspeito, identificado como João Batista de Pereira de Araújo, foi preso por volta das 7h15 na Praça Doutor Benedito Meirelles, na região central de Aparecida.

Segundo informações, ele foi reconhecido por uma turista, moradora de Nazaré Paulista, que acionou a GCM (Guarda Civil Municipal) de Aparecida.

O homem foi detido e encaminhado à Delegacia de Aparecida, para registro de captura de procurado, que deve ficar preso na Cadeia de Lorena e depois ser transferido para Nazaré Paulista.

Ele é apontado como o matador de Andréia Anselmo Evangelista de Araújo, de 43 anos, então sua companheira. O crime aconteceu na noite de segunda-feira (13), numa casa no bairro Zico Cunha, em Nazaré Paulista.

Após uma discussão entre o casal, João Batista atingiu a Andréia com facadas. O socorro foi chamado por vizinhos, alertados pelo filho do casal, de 10 anos.

A Polícia Militar e o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foram acionados, mas a mulher morreu no local, que passou por perícia. Testemunhas disseram ter visto o homem jogando um objeto num matagal, o que pode ser a faca usada no crime. Ele teria fugido em uma motocicleta.

O casal tinha histórico de discussões por ciúmes e João Batista acumula passagens por uso de documento falso e falsificação de documentos públicos.

* Com informações do G1

Comentários

Comentários