SÉRIE DE ATAQUES

Delegado fez contagem regressiva antes de atirar em enfermeira

Por Da redação | Distrito Federal
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução/Portal Metrópoles
Delegado fez contagem regressiva antes de atirar em enfermeira
Delegado fez contagem regressiva antes de atirar em enfermeira

O delegado da Polícia Civil do Distrito Federal, Mikhail Rocha e Menezes, de 46 anos, foi detido após protagonizar uma série de ataques que resultaram em três mulheres baleadas na última quinta-feira (16). O episódio, que terminou no Hospital Brasília, no Lago Sul, foi marcado por cenas de tensão e relatos de comportamento descontrolado do agente.

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De acordo com o depoimento de um segurança do hospital, Mikhail chegou ao local alterado, acompanhado do filho e de um cachorro, exigindo atendimento imediato para uma criança, que apresentava sintomas de vômito. Em meio às exigências, ele teria ameaçado atirar, caso não fosse atendido.

“Ele disse que contaria até cinco e, se não fosse atendido, iria disparar. Quando chegou no número três, ele atirou na enfermeira Priscilla Pessôa Rodrigues, que estava na pediatria”, relatou a segurança. A vítima, atingida no abdômen, foi socorrida em estado grave e encaminhada para a sala de emergência.

Testemunhas descreveram o delegado como transtornado, repetindo frases desconexas e exibindo comportamento agressivo. Antes do ataque no hospital, Mikhail já havia disparado contra a própria esposa, Andréa Rodrigues Machado e Menezes, de 40 anos, e uma funcionária da casa, Oscelina Moura Neves de Oliveira, de 45 anos, em sua residência no Setor Habitacional Tororó.

O delegado, que se retirou de suas funções policiais, há cerca de um mês, deixou o local dos primeiros disparos com o filho, que estavam em choque, e foi para o hospital, onde ocorreu o terceiro ataque. As circunstâncias que levaram aos atos violentos estão sendo investigadas, incluindo a possibilidade de transtornos psicológicos.

As autoridades trabalham na apuração do caso, que causou grande comoção e gerou questionamentos sobre a conduta e o estado mental do agente público.

Com informações do Portal Metrópoles.

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