Aparecida será palco de uma das principais mobilizações da 30ª edição do Grito dos Excluídos e Excluídas, que ocorrerá no próximo sábado, no dia 7 de setembro.
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O evento deste ano é marcado pelo lema “Todas as formas de vida importam. Mas, quem se importa?”.
A mobilização destaca-se pela crítica ao sistema econômico vigente e pela denúncia das desigualdades sociais, com ênfase na crise climática que afeta, sobretudo, as populações em situação de vulnerabilidade.
Em 2024, celebram-se os 30 anos do movimento, que surgiu durante a 2ª Semana Social Brasileira, promovida em 1994 pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), cujo objetivo é lançar luzes sobre as vozes das pessoas mais marginalizadas da sociedade.
Ao longo das últimas três décadas, o Grito se consolidou como um espaço de articulação e denúncia das injustiças sociais, envolvendo movimentos sociais, pastorais e comunidades em todo o Brasil.
O evento se propõe a ser um contraponto ao Grito da Independência, dando visibilidade às dores e lutas das populações marginalizadas.
Com uma estrutura organizativa que privilegia a participação dos próprios excluídos, o movimento reafirma, a cada edição, seu compromisso com a vida e com a construção de uma sociedade mais justa e solidária.
Veja a programação:
6h: Concentração na Praça Nossa Senhora Aparecida, em frente à Basílica Histórica
7h: Mística de oração em frente à Basílica Histórica
8h: Caminhada até o Santuário de Nossa Senhora Aparecida
9h: Missa presidida por dom Otacílio Ferreira de Lacerda, bispo da Diocese de Guanhães, Minas Gerais
10h: Ato do 30º Grito dos Excluídos e das Excluídas na Tribuna Bento 16