20 DIAS APÓS O PARTO

Caso da bebê 'abandonada' em São José segue indefinido

Por Da redação | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
Conselho Tutelar de São José acompanha o caso
Conselho Tutelar de São José acompanha o caso

O caso da bebê que nasceu de mãe adolescente e cujo pai simulou ter a encontrado na rua, em São José dos Campos, segue indefinido 20 dias após o nascimento da menina.

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A criança estava internada no Hospital Municipal de São José desde o nascimento, em 9 de junho, e é acompanhada pelo Conselho Tutelar. O juizado da Infância e Juventude vai decidir se a menina voltará para a família.

OVALE apurou com pessoas que acompanham o caso que a criança estaria em um abrigo público de São José aguardando a decisão da Justiça. A informação não é confirmada por fontes oficiais em razão de o caso correr em sigilo.

"Pelo que ficamos sabendo, a criança está em um abrigo aguardando a decisão da Justiça. Ela esta bem e o caso é acompanhado pelo Conselho, Ministério Público e a Vara da Infância", disse uma fonte.

ENTENDA O CASO.

A criança nasceu no domingo, 9 de junho, e foi levada para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Putim após supostamente ter sido encontrada dentro de uma caixa de papelão, no bairro Santa Cecília 1, na região sudeste de São José. A bebê ainda estava com o cordão umbilical. O caso comoveu a cidade.

Segundo a Polícia Civil, a mãe e o pai são dois adolescentes, de 17 e 16 anos, respectivamente. A jovem afirmou que “não sabia que estava grávida” e que a menina teria nascido durante o banho.

Assustado, o adolescente chamou a irmã de 20 anos e ambos levaram a criança para a UPA do Putim, afirmando que a menina havia sido encontrada numa caixa de papelão. A versão revelou-se falsa durante a investigação da polícia.

Antes de a farsa ser revelada, a Justiça chegou a indicar que a criança fosse encaminhada para uma família acolhedora, etapa anterior à adoção. A mãe da criança, que também recebeu cuidados médicos, seria ouvida pela Promotoria da Infância e Juventude de São José. Ela não deve ser punida, apenas repreendida e orientada.

As avós maternas afirmaram publicamente que ajudariam a mãe a criar a menina, e que os adolescentes assumiriam a paternidade da criança.

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