EPIDEMIA NO VALE

Com 255 mortes e 185 mil casos no ano, dengue recua em junho

Por Xandu Alves | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 2 min
Repórter Especial
Reprodução
Combate à dengue no Vale
Combate à dengue no Vale

O Vale do Paraíba chegou a 255 mortes por dengue com 185,9 mil casos confirmados da doença, segundo o painel estadual da dengue, da Secretaria Estadual de Saúde.

Clique aqui para fazer parte da comunidade de OVALE no WhatsApp e receber notícias em primeira mão. E clique aqui para participar também do canal de OVALE no WhatsApp.

Na região, São José dos Campos tem 94 mortes e voltou a ser a cidade com mais óbitos por dengue, passando Jacareí, que tem 75 mortes. Os dois municípios somam 169 vítimas da doença e 66% das mortes de toda a região.

Na sequência aparecem Taubaté (35 óbitos), Pindamonhangaba (17), Caçapava (9), Santa Branca (5), São Sebastião (4) e Ubatuba (3).

Quatro cidades têm duas mortes cada: Lorena, Cachoeira Paulista, São Luiz do Paraitinga e Guaratinguetá. Outra cinco tem um óbito cada: Tremembé, Roseira, Caraguatatuba, Piquete e São Bento do Sapucaí.

O estado de São Paulo alcançou 1.124 mortes por dengue em 2024, com 1,53 milhão de casos confirmados da doença e 1.199 óbitos em investigação. Do total de mortes por dengue no estado, mais de 22% foram registradas no Vale.

Com relação à quantidade de casos, São José é o município com mais pessoas infectadas na região, com 75,3 mil, depois Jacareí (31,5 mil), Pindamonhangaba (16,9 mil) e Taubaté (11,9 mil).

REDUÇÃO.

O pico da dengue no Vale aconteceu nos meses de março e abril, que concentraram 118,4 mil casos (63,70%) da totalidade e 198 mortes (77,65%). No primeiro bimestre, os números foram de 40,2 mil casos (21,67%) e 43 óbitos (16,86%).

A doença começou a arrefecer a partir de maio, com 52% a menos em casos do que abril e 79% de redução nas mortes. Juntamente com junho, o último período acumula 27,2 mil casos (14,63% da totalidade) e 14 mortes (5,49%).

Com a chegada dos dias mais frios e com menos chuvas, a tendência é que a doença vá perdendo força na região nas próximas semanas.

Comentários

Comentários