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'Deus é Deus': Esposa pede ajuda para achar marido eslovaco que sumiu em Taubaté; VÍDEO

Por Da redação | Taubaté
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
Adriana publicou um vídeo nas redes sociais contando sobre o caso e pedindo ajuda
Adriana publicou um vídeo nas redes sociais contando sobre o caso e pedindo ajuda

A esposa de Radovan Lipovsky, de 51 anos, que está desaparecido desde segunda-feira (5), publicou um vídeo em suas redes sociais implorando ajuda para encontrá-lo. De acordo com Adriana, Radovan, que é natural da Eslováquia, saiu de sua casa em Taubaté para pedalar durante a manhã e ainda não retornou.

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Na gravação, Adriana explica que é comum o marido sair para pedalar, mas que ele nunca sumiu dessa forma e que como é estrangeiro, além da polícia, ela acionou também a Embaixada da Eslováquia no Brasil.

“Nós estamos extremamente tristes, abalados, mas nós estamos nos esforçando ao máximo em todos os órgãos competentes, inclusive estamos acionando hoje (quarta-feira) a embaixada e o consulado”, comentou.

Ainda segundo ela, o marido está no Brasil há alguns anos, fala português, mas pode ter se perdido.

“O Radovan fala português, ele entende bastante, mas pode ter alguma dificuldade, então eu não sei o que aconteceu com ele, se tem alguma condição psicológica que possa estar envolvido, que ele possa não estar raciocinando bem para ele ter se perdido, a gente não sabe o que está acontecendo, mas nós precisamos encontrá-lo”, afirmou.

Quem tiver informações que possam levar ao paradeiro de Radovan Lipovsky, deve reportar à polícia pelo telefone 190.

RELEMBRE O CASO

Na segunda-feira (5), por volta das 7h, o gerente de produção Radovan Lipovsky, 51 anos, saiu de casa em Taubaté e não retornou ainda. Segundo a esposa Adriana, ele saiu da Vila São José, onde a família vive, por volta das 7h. Lipovsky é natural da Eslováquia e já morou em outras cidades do Brasil, até se estabelecer em Taubaté em 2009, onde trabalhou na Volkswagen e se casou.

Adriana disse à reportagem de OVALE que o marido sai para pedalar quase todos os dias, que a atividade costuma durar de duas a três horas e que ele nunca desapareceu antes. Os dois têm um casal de filhos.

"Ontem, liguei por volta do meio dia e o telefone já estava desligado. Às 13h50 mandei mensagens de texto, não chegaram", contou.

"Fiz B.O. ontem mesmo, não esperei dar as 24 horas (de desaparecimento). Procuramos em hospitais, com os policiais que avisaram as delegacias, levantamos que não houve ocorrência de resgate, de ferido na rodovia aqui na nossa região. Bolamos um cartaz que está circulando pela cidade (e nas redes sociais). Ele nunca fez isso com a gente", contou a esposa.

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