As buscas pelo helicóptero modelo Robinson R44 que sumiu enquanto viaja de São Paulo para Ilhabela, no último domingo (31), seguem sem conclusão no Vale do Paraíba após 56 horas de voos da FAB (Força Aérea Brasileira), que completou o sétimo dia de procura neste domingo (7). O piloto e três passageiros estão desaparecidos.
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A operação é liderada pela aeronave SC-105 Amazonas, do Esquadrão Pelicano, e reforçada pelo helicóptero H-60 Black Hawk, do Esquadrão Pantera, ambos da FAB.
O Comando de Aviação da Polícia Militar e o Cavex (Comando de Aviação do Exército), que tem sede em Taubaté, também participam das buscas, que são realizadas na região da Serra do Mar entre Paraibuna e Caraguatatuba. A área total de buscas é de cinco mil quilômetros quadrados. O helicóptero ainda não foi localizado.
A Polícia Civil instalou uma base móvel de monitoramento em Paraibuna para concentrar os trabalhos de investigação, além de usar drones com infravermelho e super zoom nas buscas. As imagens captadas são analisadas em tempo real por uma equipe da Divisão de Operações Especiais de Polícia.
As famílias mantêm a esperança de que eles estejam perdidos em uma área de mata e que possam ser localizados a qualquer momento. Contudo, a cada dia que passa a chance de encontrar os quatro desaparecidos com vida é cada vez menor.
Estavam no helicóptero que desapareceu o piloto Cassiano Tete Teodoro, 44 anos, Luciana Rodzewics, 46 anos, Letícia Ayumi Rodzewics, 20 anos (filha de Luciana), e Raphael Torres, 41 anos.
A aeronave saiu do aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, no último domingo (31), por volta de 13h, e seguia para Ilhabela para a virada de ano. Após cerca de duas horas de voo, o helicóptero perdeu contato e desapareceu.