PRISÃO

Polícia caça quadrilha que sequestrou gerente de banco no Vale e tentou roubar R$ 30 mi

Por Da redação | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação/ Polícia Civil
Paulo José Santos foi preso pelo 4º DP
Paulo José Santos foi preso pelo 4º DP

A Polícia Civil prendeu na manhã desta sexta-feira (22) um homem suspeito de integrar uma quadrilha que sequestrou em São José dos Campos o gerente de uma agência do Banco do Brasil localizada em Santa Branca. O caso aconteceu em julho deste ano. A vítima, de 60 anos, foi abordada quando saia de casa, na zona norte de São José. Segundo a polícia, o objetivo dos criminosos era roubar R$ 30 milhões de uma conta do fundo de previdência social do município de Piranhas, em Alagoas.

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De acordo com as informações apuradas por OVALE, o homem, de 39 anos, foi preso durante o cumprimento de dois mandados de prisão temporária e dois mandados de busca e apreensão na residência de dois suspeitos. Ele foi preso dentro de sua casa em São Paulo. O outro suspeito identificado é de São José, mas ainda não foi encontrado. A ação foi realizada pelo 4º DP (Distrito Policial).

Durante as buscas a polícia apreendeu computadores de dispositivo utilizados para prática de furtos mediante fraude contra instituições financeiras, conhecidos como ‘Microtik’. O homem é suspeito de ser integrante da célula intelectual da associação criminosa. Segundo a polícia, ele teria orientado um outro criminoso e a vítima a utilizarem o sistema do banco e tentar realizar a transferência.

As investigações prosseguem, com o objetivo de identificar os outros criminosos envolvidos, estima-se que são cinco, mas esse número pode chegar a dez.

RELEMBRE O CASO

No dia 17 de julho, uma quadrilha rendeu o gerente ao sair de sua casa na zona norte de São José dos Campos. Três dos criminosos ficaram com a esposa e um deles levou o idoso até a agência bancária em Santa Branca. Com a ajuda de um outro criminoso que faz parte da área de ‘inteligência’ da quadrilha, o sequestrador e a vítima foram coordenadas sobre como deveriam realizar as transferências.

Segundo a polícia, eles chegaram a fazer as transferências, mas não conseguiram efetivar, pois o sistema identificou uma movimentação atípica e impediu a conclusão. Sem conseguir concluir o roubo, eles soltaram as vítimas sem ferimentos e fugiram.

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