RECUPERAÇÃO

João Henrique pode sair do hospital neste mês e começar processo de cicatrização em casa

Por Xandu Alves | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução / Redes Sociais
João Henrique deve ficar seis meses em recuperação na Irlanda
João Henrique deve ficar seis meses em recuperação na Irlanda

Após mais de um mês de internação, João Henrique Thomaz Ferreira, 23 anos, pode ter alta e deixar o hospital em Dublin e começar o período de cicatrização da amputação em casa, ainda na Irlanda.

Faça parte do canal de OVALE no WhatsApp e receba as principais notícias da região! Acesse: https://whatsapp.com/channel/0029VaDQJAL4tRs1UpjkOI1l

A informação é da mãe do rapaz e primeira-dama de São José dos Campos, Sheila Ferreira, que acompanha o filho desde o final de semana em que ele foi atropelado por um carro dirigido por um policial, em 28 de outubro. O caso é investigado.

Ela chegou à Dublin no domingo (29 de outubro), um dia após o acidente que causou a amputação de parte da perna de João Henrique. Desde então, ele segue internado e passando por cirurgias e outras intervenções médicas.

“Clinicamente, ele evolui bem e o quadro está bom. Se eles conseguirem [nesta semana] fechar melhor ou até fechar tudo [na perna], talvez ele receba alta para ir para casa, para fazer a cicatrização antes de começar a fisioterapia e colocar a prótese”, afirmou Sheila a OVALE.

“É um processo demorado. Eles calculam de um mês a um mês e meio no hospital, de duas a três semanas de cicatrização para começar a fisioterapia. Tem que reaprender a andar e depois mais seis a oito semanas de fisioterapia, reabilitação e a prótese.”

Sheila confirmou que o período de recuperação de João, que pode durar cerca de seis meses, será todo feito na Irlanda, para que o tratamento não fique dividido.

“Vamos ficar aqui na Irlanda para ele recuperar bem antes de voltar. Não dá para tirá-lo daqui agora, no meio do tratamento. Os médicos daqui é que têm que finalizar. Vamos ficar até que ele esteja bem, com a prótese, e aí podemos ir embora. É muito arriscado tirá-lo no meio do processo, porque se der algum problema vai ser mais difícil de alguém se responsabilizar se metade do tratamento for feito num lugar e metade em outro”, disse Sheila.

Leia mais:

‘Deus trouxe meu filho de volta, e foi maravilhoso’, diz Sheila sobre João Henrique

Comentários

Comentários